Empréstimos Socioambientais

Empréstimos Socioambientais e Investimentos apoiam negócios de impacto com capital acessível no momento certo para sua operação
vantagens
  • Taxas de juros abaixo do mercado
  • Condições flexíveis
  • Expertise da SITAWI

emprestimo

O empréstimo socioambiental foi o produto originário da SITAWI e já alocamos empréstimos a taxas de juros abaixo do mercado em um montante de mais de R$ 3 milhões para 15 organizações sociais e negócios de impacto com os focos mais diversos. São exemplos uma organização social com foco em saúde pública em São Paulo, um instituto de desenvolvimento territorial no Pará, um negócio social de pesquisa em comunidades cariocas, uma cooperativa agrícola do Paraná e um negócio ambiental com foco na construção sustentável no interior de São Paulo.

A SITAWI procura empreendimentos capazes de comprovar seu impacto social ou ambiental positivo em qualquer parte do Brasil, sendo pessoa jurídica com ou sem fins lucrativos. Para ser aprovado para um empréstimo, qualquer candidato deve poder comprovar o impacto social ou ambiental e demonstrar a sua capacidade de repagamento, fibra ética e habilidades de gestão.

Na SITAWI, operamos duas linhas de empréstimo com condições parecidas, mas com diferenças dependendo do tipo de negócio, uso do capital e escala:

FUNDO EMPRÉSTIMO SOCIOAMBIENTAL
FUNDO FAMÍLIA C
Empréstimos com valores entre R$50 a R$70 mil com foco no capital de giro. Nesse caso, a SITAWI aprova internamente junto à avaliação de um comitê dos nossos pares e geralmente tem uma taxa de avaliação do plano de negócio. O prazo de pagamento do empréstimo é de 6 meses a 3 anos.Empréstimos ou investimentos com valores maiores que visam uma mudança significativa e de longo prazo no desenvolvimento do negócio ou organização. Neste fundo, procuramos empreendimentos com impacto fora do comum onde o nosso capital pode fazer essa diferença. Consequentemente, o prazo destes empréstimos costuma mais longo.

Em ambos os casos existe um amplo nível de flexibilidade nos termos, mas todos os empréstimos são feitos na taxa SELIC para períodos acima de 6 meses. A SITAWI avalia todas as solicitações de empréstimo de acordo com uma análise financeira e socioambiental. Objetivamos completar esse processo o mais rápido possível, porém o nosso processo leva uma média de 3 meses.

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Feira Preta Feira Preta_ logo

A Feira Preta foi criada em 2002 pela gestora de eventos Adriana Barbosa com o objetivo de difundir costumes e tradições da cultura negra e fomentar negócios de empreendedores da comunidade negra. Sua primeira edição foi realizada em 2002 na Praça Benedito Calixto, em São Paulo, e contou com 40 expositores. Nos últimos anos, a Feira aconteceu no Pavilhão de Exposições do Anhembi e contou com mais de 100 expositores. Pelas 14 edições anteriores do evento, passaram mais de 130 mil pessoas, que geraram uma receita de ~R$4,5 milhões para os expositores. Aproximadamente, 500 artistas e 600 microempreendedores afro-brasileiros participaram da Feira, muitos dos quais iniciaram seus empreendimentos informalmente em edições passadas e hoje têm empresas formalmente constituídas. A SITAWI já financiou a Feira Preta em 2011 e o repagamento foi realizado após o encerramento do evento.

O problema:

Para realizar a 15ª edição da Feira, em Dezembro de 2016, há uma demanda de capital para financiar o aluguel do espaço, visto que a receita da Feira vem de patrocínios e de ingressos dos participantes.

A solução:

Financiar R$60.000 e fazer um desembolso do valor total em setembro de 2016. O empréstimo será destinado, principalmente, ao pagamento dos 80% restantes do aluguel do espaço Pró-Magno, local da Feira Preta em São Paulo.

O impacto:

Geração de emprego e renda para a população afro-brasileira, além da valorização da cultura negra e promoção da autoestima desta população. Além da Feira Preta, a empreendedora criou um projeto chamado Black Codes, de consultoria estratégica focada na identificação e na compreensão dos códigos de comunicação para a população negra brasileira, que atraiu parte dos patrocínios da feira, e tem potencial de gerar receita para a organização ao longo do ano.

Instituto Alpha LumenImagem9.fw

O Instituto Alpha Lumen é uma escola sem fins lucrativos, fundada em 2013, em São José dos Campos, e tem como objetivo oferecer cursos de ensino fundamental 1 e 2 e ensino médio para alunos de altas habilidades com uma metodologia inovadora.

O número oficial de alunos com altas habilidades no Brasil é de 2,6 mil, no entanto, estima-se que existam até 10 milhões de alunos não identificados com esse perfil no país. Normalmente, as escolas, sejam públicas ou privadas, não estão preparadas para receber esse aluno, que acaba sendo estigmatizado ou silenciado.

O Alpha Lumen tem conseguido com sucesso acolher e desenvolver estes jovens para que eles atinjam o seu potencial, atuando como líderes conscientes. A organização é parceira da secretaria de educação municipal e tem sido reconhecida por diversas mídias pelo rápido crescimento. A primeira leva de alunos, em 2014, contou com 18 jovens e, em 2016, esse número pulou para 231 alunos. A previsão é que em 2017 o número de alunos chegue a 500.

O problema:

Necessidade de realizar obras de adaptação da infraestrutura para receber 180-250 novos alunos em 2017.

A solução:

Financiar empréstimo de R$60.000 em setembro de 2016, para que a organização possa antecipar o início das obras de adequação da infraestrutura para o crescimento previsto em 2017. Repagamento sugerido até fevereiro, a partir das rematrículas dos novos alunos.

O impacto:

Desenvolvimento de alunos de altas habilidades com diferentes perfis socioeconômicos, que dificilmente se adaptariam ou teriam seu potencial desenvolvido em uma escola regular. Os alunos são estimulados desde cedo a realizar projetos com a comunidade para transferir o conhecimento adquirido. Com um destes projetos, o Robo Truck, alcançaram mais de 8.000 alunos de escolas públicas.

Os alunos do ensino médio do Alpha Lumen vêm se destacando em competições universitárias, além do caso de uma dupla de empreendedores de 18 anos que já recebeu R$1MM de investimento em sua startup, a Pagar.me, e foi aprovada para estudar em Stanford.

INOCASDruck

A INOCAS (Innovative Oil and Carbon Solutions) – Soluções em Meio Ambiente Ltda é uma empresa de plantio e cultivo de Macaúba na região de Patos de Minas – MG que tem por objetivo produzir óleo vegetal sustentável em parceria com agricultores familiares, evitando desmatamento ou mudanças no uso da terra com a coexistência de agropecuária no mesmo local.

O problema:

Busca de financiamento para iniciar as atividades da empresa até o recebimento do primeiro aporte na empresa a ser realizado no final de setembro de 2017.

A solução:

Desembolsar um empréstimo em setembro/2016 com o objetivo de equalizar o fluxo de caixa até o final de 2016.

O impacto:

A INOCAS está em fase de implementação, porém seu potencial de impacto ambiental positivo foi provado entre 2011 e 2014 pela Universidade Leuphana, na Alemanha. Atualmente, o óleo de palma é o mais utilizado no mundo e é insumo para milhares de produtos desde alimentos como margarinas e sorvetes a produtos de limpeza doméstica, higiene e até combustível. Contudo, a plantação da palma é responsável pela conversão de florestas em larga escala nos trópicos e extensas emissões de carbono, contribuindo para o aquecimento global. A produção de óleo vegetal sustentável de macaúba plantada nos pastos do cerrado brasileiro pode exceder e substituir a produção mundial de palma sem derrubar uma única árvore, gerando reflorestamento e renda para muita gente.

Inova Urbislogo-inovaurbis

A Inova Urbis é um negócio social fundado por Alban Drouet em fevereiro de 2014 que propõe soluções de construções e reformas de casas a preços populares para população de baixa renda. O  foco inicial é na comunidade da Rocinha (Zona Sul, Rio de Janeiro), onde também tem a sua sede.

O problema:

A empresa precisa de capital de giro para um projeto com a ADEO, um grupo francês de empresas de home centers, representado no Brasil sob a marca Leroy Merlin. São previstas ações de marketing de relacionamento e promocional, inteligência de mercado e treinamentos.

A solução:

Empréstimo de R$50 mil.

O impacto:

Em 2014, a Inova Urbis fez projetos pilotos e gratuitos de arquitetura visando a renovação de 12 habitações. Até outubro de 2015, 53 levantamentos foram feitos e 25 projetos completados. A meta do projeto com a ADEO é realizar 100 miniprojetos (de um cômodo) na Rocinha. Em 2016, a Inova Urbis projeta realizar 360 projetos a partir do empréstimo realizado pela SITAWI.

CIESemprestimo-cies

O Centro de Integração de Educação e Saúde (CIES) tem por missão levar a qualquer comunidade atendimento médico especializado, humanizado e de alta tecnologia através de seus centros médicos móveis avançados.

A SITAWI já realizou três empréstimos para o projeto. O primeiro foi em 2011 com valor de 200 mil reais, para capital de giro com o objetivo de investir em um plano de expansão do número de funcionários e reformar um centro médico móvel. Esse projeto teve 15.840 pessoas impactadas diretamente em 2012.

No segundo empréstimo, de R$ 50 mil reais, a SITAWI apoiou a implantação do programa Hora Certa que o CIES executa em conjunto com a prefeitura de São Paulo, compondo centros médicos itinerantes em três zonas da cidade para fazer diversos exames, como ultrassom, colonoscopia e endoscopia. Como resultado, o CIES ampliou sua capacidade de atendimento e em 2014 já realizava em torno de 25 mil exames por mês.

Com o novo empréstimo da SITAWI no final de 2014, o CIES será capaz de investir numa carreta para facilitar ações externas e na construção de uma instalação na Vila Nova Manchester, Zona Leste de São Paulo, que vai incluir uma clínica cirúrgica, um centro de treinamento para enfermeiros e um novo espaço para almoxarifado, farmácia e prontuário. O objetivo é fornecer cirurgia para moradores da região e consolidar o trabalho que vêm fazendo.

O problema:

Falta de capital para investir em instalações de saúde como parte da expansão do programa Hora Certa e capital de giro para facilitar o dia a dia de um programa que atende um grande número de pacientes.

A solução:

Empréstimo de 1 milhão de reais.

O impacto:

Através do programa Hora Certa, o CIES projeta atingir 390 mil pacientes, com um leque de exames médicos e cirurgias, e capacitar 19.500 agentes de saúde (médicos e enfermeiros) em 2015. Além disso, a nova carreta terá capacidade de atender 250 pacientes por dia.

Coperjunhologo_coperjunho

As atividades da Cooperativa Agroindustrial 8 de Junho (Coperjunho) começaram a partir de uma cozinha comunitária liderada por quatro mulheres em 1997. Entretanto, apenas em 2005 o grupo começou um processo de organização de suas atividades e, além de produzir para o consumo interno, começou a entregar os produtos para as escolas municipais, acessando o Programa Aquisição de Alimentos – PAA.

Atualmente, a Coperjunho trabalha com projetos institucionais (programas de governo), eventos, contratos com a Universidade Federal da Fronteira Sul e um colégio particular, além da venda em mercados varejo da região.

O problema:

A Coperjunho tem problemas com capital de giro, visto que os programas do governo pagam de 60 a 90 dias após a entrega do produto, e é preciso cumprir com a folha de pagamento, bem como pagar os agricultores em, no máximo, 30 dias.

A solução:

Empréstimo socioambiental da SITAWI no valor de 75 mil reais com o objetivo de fornecer mais capital de giro para bancar a folha de pagamento, os agricultores e reestruturar as dívidas.

Além disso, os empreendedores podem se beneficiar de encontros periódicos com a SITAWI, principalmente pela dificuldade de controle gerencial e de planejamento estratégico.

O impacto:

O impacto socioambiental da Coperjunho se dá através de duas frentes: geração de renda para os assentados e produção orgânica de grande parte dos produtos da cooperativa.

Em relação a geração de renda para os assentados, o impacto é direto. Os pequenos produtores rurais são fornecedores da cooperativa, com foco em duas linhas de produtos principais: tubérculos e hortaliças. Atualmente, gera em torno de 30 empregos diretos e detém mais de 40 famílias agricultoras associadas que se beneficiam indiretamente com a venda da produção orgânica.

Ecoservicelogo_ecoservices

A Ecoservice é uma empresa do Sistema B que tem por missão reduzir os impactos ambientais e as emissões de carbono na construção civil, em Sorocaba e região. A empresa busca oferecer tecnologias sustentáveis a seus clientes para redução do uso da água tratada e do consumo de energia elétrica ou gás, por meio de aquecimento solar, ecotelhado e aproveitamento de água da chuva.

O problema:

Falta de capital de giro com condições adequadas ao estágio de negócio.

A solução:

Empréstimo socioambiental da SITAWI no valor de 60 mil reais com o objetivo de reduzir a dependência de empréstimos com bancos comerciais, fornecendo mais capital de giro para investir na sua expansão e no impacto ambiental dos seus produtos.

O impacto:

Através da venda dos seus produtos, a Eco Service reduz os impactos ambientais da construção civil. Até o momento, houve redução de cerca de 507 toneladas de CO2 e 8480 m³ de água anuais e uma área plantada de cerca de 13372 m².

Instituto PeabiruPeabiru-instituto

Fundado em 1998 e com sede em Belém, Pará, o Instituto Peabiru é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), dedicada à Amazônia Oriental – Pará, Amapá e Maranhão. Sua missão é valorizar a diversidade cultural e ambiental e apoiar processos de transformação social na Amazônia.

O problema:

Falta de capital de giro para despesas com os projetos desenvolvidos, pois o convênio estabelecido com o INCRA não permite a antecipação de recursos para operações, trabalhando apenas sob regime de reembolso.

A solução:

Empréstimo social SITAWI no valor de 55 mil reais com o objetivo de reduzir o custo de financiamento prévio e aumentar tanto a sustentabilidade financeira da organização quanto a efetividade do projeto. Dessa forma, a organização contribui para elevar o nível de assistência técnica de 60 famílias que manejam abelhas nativas na Ilha do Marajó.

O impacto:

O Projeto ATER-Marajó consiste em trabalhar em um período de 30 meses com 676 famílias em dois municípios com nível baixíssimo de IDHM, Ponta de Pedras e Cachoeira do Arari, na Ilha do Marajó. Com o empréstimo da SITAWI, a organização pôde dar continuidade ao projeto, realizando diagnósticos socioeconômicos, elaborando planos de organização social participativa, desenvolvendo atividades produtivas e comercializando produtos locais derivados da meliponicultura – produção de mel com abelhas nativas.

Lar da Bênção Divinaemprestimo-lar

O Lar da Bênção Divina é uma organização não governamental, constituída em 1956, que presta serviços de apoio às comunidades carentes do entorno do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Atualmente, o Lar presta assistência a mais de 300 famílias carentes das comunidades Coréia, Vila Inglesa e Vila Santa Catarina, através de dois projetos principais: o Centro de Educação Infantil (CEI) e o Centro da Criança e do Adolescente (CCA).

O modelo de negócios do Lar está pautado em atividades pedagógicas, culturais e educacionais e as fontes de receita para operação da organização vão desde o convênio com o setor público até eventos beneficentes, enquanto as fontes de despesas da organização se concentram em despesas com pessoal e serviços de terceiros.

O problema:

A situação financeira do Lar é bastante volátil, e apresenta uma forte dependência de doações. A principal fonte de receitas deixou de ser a Prefeitura Municipal de São Paulo (através dos projetos CEI e CCA) em 2012 e passou a ser a Diretoria Regional de Educação de Santo Amaro. O restante das receitas vieram de doações diversas, que em 2014 representou 38% do total de receitas. No entanto, a participação das doações e o valor absoluto das mesmas caíram significativamente de 2012 até o momento. Além disso, o acesso a crédito é restrito a linhas de crédito para pessoa física – diretores do Lar e sócios da Santa Fé Portfolios – gestora de recursos associada ao Lar.

A solução:

O Lar da Bênção Divina chegou à SITAWI à procura de um empréstimo ponte, como forma de suportar as operações até o mês de outubro, quando será realizado o jantar anual beneficente, evento que historicamente representa cerca de 20% das receitas anuais da organização. Foi realizado um empréstimo social no valor de 75 mil reais em agosto de 2015.

O impacto:

O impacto social do Lar se dá através da educação e da introdução de crianças e jovens ao mundo da música, da cultura e das artes para a população carente das comunidades em torno do Aeroporto de Congonhas. Até o ano de 2015, foram mais de 2,3 milhões de sopas servidas, 2.789 crianças atendidas, 4.900 famílias atendidas com média de 261 atendimentos por ano.

Mobile Metrixlogo_modile-metrix

A Mobile Metrix é uma organização sem fins lucrativos que foi fundada em 2010 com o objetivo de coletar dados variados sobre a população da base da pirâmide. Desta forma, passam a registrar as pessoas “invisíveis” que moram em comunidades excluídas e que não são contabilizadas em pesquisas tradicionais, permanecendo assim esquecidos nos setores de emprego, educação e saúde.

O problema:

A Mobile Metrix assinou um contrato com uma multinacional de bens de consumo para realizar uma pesquisa de saúde e higiene em comunidades do Rio de Janeiro e Recife. Com um desafio de fluxo de caixa, faltavam os recursos necessários para implementar a pesquisa, enquanto o pagamento era processado pela empresa.

A solução:

A SITAWI emprestou R$100 mil que facilitou a implementação do projeto.

O Impacto:

O empréstimo facilitou a implementação da pesquisa e, desta forma, melhorou empregabilidade de jovens nas comunidades, aumentou a visibilidade das necessidades nessas áreas e proporcionou treinamento em saúde e higiene para os moradores das mesmas comunidades.

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