Sitawi integra Grupo de Trabalho de implementação do Plano Estadual de Bioeconomia do Amazonas

A Sitawi Finanças do Bem foi homologada para integrar o Grupo de Trabalho responsável pela implementação do Plano Estadual de Bioeconomia do Amazonas. A seleção ocorreu por meio da Chamada Pública nº 002/2026, promovida pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (SEDECTI).

Ao todo, 37 instituições, incluindo centros de pesquisa, universidades, empresas, investidores e organizações da sociedade civil, foram selecionadas para atuar coletivamente na implementação das metas estaduais estabelecidas até 2030.

O papel da Sitawi e o foco em finanças de impacto

Anunciado oficialmente durante a COP 30, o Plano Estadual da Bioeconomia do Amazonas estrutura-se em cinco eixos estratégicos para impulsionar a conservação ambiental associada ao desenvolvimento socioeconômico. 

A contribuição da Sitawi se dará no eixo de finanças, por meio da colaboração no desenho e na operacionalização de um instrumento financeiro dedicado à bioeconomia amazonense. A organização será representada por João Montenegro e Yan Carneiro, integrantes da equipe de Investimento de Impacto da Sitawi. 

O financiamento da bioeconomia na Amazônia exige modelagens que deem conta das particularidades dos negócios da sociobiodiversidade, que frequentemente operam em áreas isoladas, enfrentam complexidades logísticas e possuem receitas sazonais. Por isso, é fundamental criar mecanismos financeiros robustos que deem flexibilidade e suporte a esses empreendimentos, sem abrir mão de processos transparentes de governança e de monitoramento do impacto gerado.

“Nossa participação no Grupo de Trabalho é uma oportunidade de levar o histórico técnico de modelagem financeira da Sitawi para subsidiar a criação de políticas públicas estaduais”, aponta João Gabriel Montenegro, titular no GT. “Queremos atuar para que o desenho desse novo instrumento financeiro atenda às reais necessidades dos negócios comunitários e das cadeias da sociobiodiversidade na ponta, garantindo que o recurso flua de maneira eficiente e viabilize a floresta em pé”, complementa.

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