É possível aprender com teatro, artes e jogos? A organização Platô mostra que sim. Com uma abordagem inovadora, a iniciativa propõe experiências de aprendizagem interdisciplinares que conectam arte, tecnologia e metodologias ativas para tornar a educação mais viva, encantadora e significativa.
Agora a Platô lança o Fundo Filantrópico Escola do Impossível, que conta com a gestão financeira da Sitawi. A iniciativa amplia o alcance de projetos educacionais e culturais que inspiram e transformam. Mais do que promover inovação pedagógica, o fundo atua como uma estratégia potente de educação climática, incentivando uma relação ativa, criativa e responsável de crianças e jovens com o mundo à sua volta.
Por meio das escolas, a Platô conecta pesquisa, prática pedagógica e transformação social. O fundo irá apoiar programas que despertam a curiosidade, estimulam o pensamento crítico e valorizam o protagonismo infantojuvenil — especialmente em territórios em situação de vulnerabilidade.
“O Fundo Escola do Impossível nasce da urgência de pensar e fazer educação de outra forma. É preciso criar caminhos que fortaleçam a imaginação como ferramenta para enfrentar os desafios do presente e preparar as novas gerações para futuros mais justos, regenerativos e inclusivos. Não basta ensinar conteúdos: é preciso ativar perguntas, provocar o pensamento e fomentar o protagonismo de crianças e jovens”, afirma Francine Kliemann, fundadora e diretora da Platô Cultural e gestora programática do Fundo.
O Fundo Escola do Impossível quer inspirar um novo olhar para o ato de aprender. Porque aprender pode (e deve) ser encantador, acessível e transformador. É nesse espírito que o fundo irá impulsionar experiências educativas que atravessam o real e o imaginário, unindo arte, tecnologia e pensamento crítico como pilares para formar cidadãos conscientes, criativos e engajados.
“Fundos como o Escola do Impossível mostram o poder da filantropia quando aliada à inovação e ao propósito. Na Sitawi, unimos nossa gestão financeira especializada ao compromisso com o impacto social para facilitar a operação desses fundos, permitindo que iniciativas transformadoras se concentrem no que realmente importa: mudar realidades”, ressalta Yananda Lima, Coordenadora de Parcerias e Desenvolvimento em Gestão de Filantropia da Sitawi.