Um novo factsheet sobre o financiamento da biodiversidade no Brasil lança luz sobre como o capital privado já atua nessa agenda e quais caminhos podem ampliar esse impacto com mais escala, consistência e efetividade.
O documento é resultado de um trabalho técnico realizado pela especialista Clarice Santos e o gerente sênior Fernando Campos, da área de Finanças de Conservação e Clima da Sitawi Finanças do Bem, em parceria com o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS). A iniciativa teve como foco organizar e sistematizar dados inéditos e qualificar o debate sobre o papel de empresas, fundos e instituições financeiras no financiamento da biodiversidade.
A partir da análise de diferentes iniciativas e fluxos financeiros, o factsheet evidencia que o investimento privado na biodiversidade já é uma realidade no país, mas ainda ocorre de forma fragmentada e abaixo do seu potencial. O estudo identifica modelos de atuação que já funcionam, aponta gargalos estruturais e destaca oportunidades para destravar um novo ciclo de prosperidade verde no Brasil.
Segundo Clarice Santos, especialista em Finanças de Conservação e Clima da Sitawi, estudos desse tipo cumprem um papel essencial para o avanço da agenda. “Organizar e dar visibilidade a dados, experiências e fluxos financeiros é um passo decisivo para qualificar o debate sobre biodiversidade. Estudos como este ajudam a reduzir incertezas, orientar melhor o capital privado e escalar o impacto de forma consistente”, afirma.
Além de apresentar um panorama do cenário atual, o factsheet oferece insumos práticos para o setor privado interessado em integrar a biodiversidade às suas estratégias de investimento, inovação e financiamento.
Acesse o material em: https://cebds.org/publicacoes/factsheet-amazonia/