Como criar um Fundo Emergencial para responder à crise climática

O ano de 2024 foi o mais quente já registrado no planeta. Impulsionadas pelas mudanças climáticas causadas pela ação humana, as temperaturas recordes desencadearam uma escalada nos eventos climáticos extremos, como secas prolongadas, ondas de calor, escassez e excesso de chuvas. 

No Brasil, foram registrados 1.690 desastres naturais, o terceiro maior número da série histórica. Cerca de 53% dos alertas emitidos foram relacionados a riscos geológicos, como deslizamentos de terra, enquanto os outros 47% trataram de riscos hidrológicos, como enxurradas e transbordamentos. 

O impacto humano também foi profundo: 251 vidas perdidas, quase um milhão de pessoas desalojadas – o segundo maior número desde 2009. Foi o quarto ano mais letal desde 1991, evidenciando a gravidade das consequências quando a emergência climática se alia à falta de preparo e investimento em prevenção. 

Diante desse cenário, os Fundos Emergenciais surgem como uma solução rápida, estruturada e transparente para essas catástrofes. 

A importância dos Fundos Emergenciais 

A crise climática exige agilidade, organização e responsabilidade na mobilização de recursos. No entanto, o financiamento climático ainda representa menos de 2% das doações filantrópicas globais. Isso revela a enorme lacuna entre a urgência da crise e a capacidade de resposta financeira. 

É justamente aqui que os Fundos Emergenciais se destacam como ferramentas poderosas. Eles permitem uma reação imediata às calamidades, com recursos alocados de forma estratégica para mitigar impactos ambientais e sociais em áreas afetadas.

O que são Fundos Emergenciais? 

Os Fundos Filantrópicos Emergenciais são mecanismos privados, sem fins lucrativos, criados para arrecadar, gerir e destinar doações de pessoas físicas e jurídicas em momentos de crise. 

A atuação desses fundos ganhou grande visibilidade em 2020, com a pandemia de Covid-19. A crise de saúde impulsionou uma onda de solidariedade e colaboração entre sociedade civil, empresas e governos. Os resultados demonstraram a força da união para enfrentar desafios emergenciais com impacto real. 

Como criar um Fundo Emergencial? 

A Sitawi Finanças do Bem possui ampla experiência na estruturação e gestão de Fundos Emergenciais para responder a desastres e situações críticas. Criar um fundo com a Sitawi é simples e seguro: 

1 – Definição da causa e do instituidor 

Você ou sua organização sinaliza a causa que deseja apoiar. O capital pode ser aportado em uma única vez ou ao longo do tempo. O fundo pode ser aberto para outras pessoas físicas ou jurídicas que também queiram contribuir. 

2 – Mandato e governança 

São estabelecidos os objetivos do fundo, regras de investimento e desembolso, governança e estrutura de prestação de contas – tudo pactuado com os parceiros

3 – Gestão financeira e estratégica 

A Sitawi realiza o controle do fluxo de recursos, com relatórios mensais e orientação estratégica para maximizar o impacto das ações. 

4 – Desembolso dos recursos 

Os valores captados são utilizados conforme os objetivos do fundo, seja para ações diretas em territórios afetados, aquisição de insumos, apoio a organizações locais ou reconstrução de estruturas essenciais. 

Por que criar um Fundo Emergencial? 

Criar um Fundo Emergencial é uma forma eficaz de transformar solidariedade em ação concreta, com transparência, agilidade e impacto mensurável. É também um convite à responsabilidade compartilhada diante de uma crise que já não pode mais ser ignorada. 

Se você ou sua organização deseja liderar uma resposta estruturada e de alto impacto frente às emergências climáticas, entre em contato com a Sitawi e saiba como criar o seu fundo.

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