A crise climática não chega a todos da mesma forma. E o acesso à capital para adaptação/mitigação também não.
As comunidades mais vulneráveis do Brasil, estão entre as mais expostas aos impactos climáticos, e também as que têm menores condições de se recuperar.
Essa desigualdade também existe no acesso ao financiamento. Organizações e negócios socioambientais, que menos colaboram com a crise climática, são os que mais enfrentam dificuldade para acessar recursos, por falta de instrumentos financeiros adequados às suas realidades.
Para analisar, entender e propor mudanças, a Climate Ventures e a Sitawi Finanças do Bem desenharam uma proposta de um novo modelo financeiro criado para redistribuir poder e garantir que o capital chegue a quem realmente protege os nossos biomas.
Descubra os aprendizados, a tese de investimento e as recomendações para transformar o ecossistema de finanças climáticas.
